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O dia 31 de Julho está incorporado como o dia mundial do Orgasmo. E sabe como isto começou?
Há alguns anos, algumas Sex Shops na Inglaterra encomendaram uma pesquisa sobre sexualidade e chegaram à triste descoberta que 80% das mulheres inglesas nunca chegaram ao orgasmo. Para ajudar a resolver o problema, instituíram a data comemorativa que se espalhou pelo mundo.
O assunto merece atenção, porque, infelizmente não se trata de um “privilégio” das mulheres inglesas... Há quem se preocupe no Brasil, porque sabe que uma vida sexual saudável é fundamental para a saúde e o bem estar.
Esperantina é um município de 38 mil habitantes, distante 174 km de Teresina (Piauí) e vive principalmente da agricultura e do extrativismo do babaçu. Pois bem, nesta pequena cidade do interior do Brasil, esta comemoração foi transformada em lei! A data é comemorada com apresentações de vídeo, peças teatrais (Monólogo da Vagina, por exemplo), palestras sobre sexualidade, ejaculação precoce, impotência e importância do orgasmo.
Enquanto isto, no Rio de Janeiro, a hipocrisia dos políticos aprovou um decreto que proíbe a instalação de Sex Shops nos principais corredores dos bairros ou próximos (200 metros) de escolas e templos religiosos. Ou seja, praticamente impede a instalação de novas lojas no município do Rio de Janeiro.
Estes políticos cariocas não sabem o que o povo de Esperantina já descobriu faz tempo!
Pesquisas sérias já demonstraram que o sexo saudável previne estresse, diabetes, depressão, ansiedade, doenças cardíacas, diminui as tensões do dia-a-dia, melhora a qualidade do sono, aumenta a autoconfiança e coopera para o bem estar a dois.
Ao mesmo tempo, as pesquisas comprovam diversos tipos de problemas envolvendo a sexualidade: disfunções, falta de libido, insatisfação, dor na penetração, dificuldade para atingir orgasmo, entre outros que prejudicam a saúde tanto quanto o sedentarismo.
A indústria erótica investe em tecnologia, inovações farmacêuticas, criatividade, pesquisas, projetos e ainda contribui para a atenção sobre a qualidade da satisfação sexual. Um dia a sociedade carioca terá acesso a isto também.
O tema é importante e merece ser discutido com respeito por todas as esferas da sociedade, sem medo de discriminação, sem hipocrisia e sem preconceito.
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